Veja os 3 tipos de dietas mais adequadas para quem faz exercícios

Você já deve saber, mas não custa nada reforçar, que a alimentação é muito importante para alcançar bons resultados nos treinos. Afinal, é ela quem dará o combustível necessário para que o seu corpo consiga realizar todos os exercícios e em seguida se recuperar. 

Por isso, seguir um plano alimentar é fundamental. Porém, é importante ter em mente que existem tipos diferentes de dieta e que a sua precisa estar de acordo com os seus objetivos e estilo de vida. Nesse caso, além de comer os alimentos certos é fundamental adequar as quantidades. 

Você sabe quais tipos de dietas são mais apropriadas para os seus objetivos? Entende a importância de ter um acompanhamento nutricional? Não? Então continue a leitura e entenda mais sobre esse assunto e saiba como potencializar os seus resultados. Acompanhe!

Quais os principais tipos de dietas para quem faz exercícios?

Cada pessoa tem um objetivo, alguns querem emagrecer, outros querem alcançar a hipertrofia muscular e há ainda quem queira apenas manter o seu peso. Por isso, existem diferentes tipos de dietas, cada uma com especificidades diferentes.

A seguir listamos os 3 principais tipos de dietas, apesar, de dentro delas existirem uma variedade, a base principal na hora de se pensar em um regime deve seguir essa linha de pensamento. Confira!

1. Dieta para perder peso

A primeira coisa que precisamos alinhar é que uma dieta para perder peso não significa ficar sem comer. Ou seja, não é ideal ficar horas e horas sem se alimentar, assim como em outros casos, quem deseja emagrecer precisa se alimentar de 3 em 3 horas, pelo menos. A diferença não está em não comer, mas sim no que você está fornecendo ao seu corpo. 

Uma dieta focada na perda de peso deve ser equilibrada, oferecendo todos os nutrientes que o organismo precisa. Agora, o que vai mudar é a quantidade de comida que você consome, afinal para perder peso você deve ingerir menos nutrientes do que o seu corpo precisa. 

Além disso, o diferencial para sua dieta é evitar alimentos industrializados e processados. A base das suas refeições devem ser alimentos naturais, como arroz, feijão, carne, legumes, frutas e verduras. O que você pode fazer é diminuir o consumo de carboidratos e aumentar o de proteínas. Outro ponto é escolher comidas ricas em fibras, pois elas ajudam na saciedade e no bom funcionamento do seu sistema digestivo. 

Somado a uma alimentação equilibrada e saudável, é importante praticar exercícios físicos com frequência. Assim, o seu corpo vai aumentar o seu gasto calórico. Uma boa dica é optar por atividades aeróbicas, como dança, HIIT etc. 

2. Dieta para ganho de massa muscular

Se o seu objetivo é a hipertrofia muscular comer bem e treinar é a regra principal para obter os resultados desejados, como para todo mundo. A diferença é que você precisará comer mais do que está acostumado, pois a construção dos músculos é afetada pela quantidade de nutrientes que você ingere. 

Para isso será necessário aumentar o consumo de calorias, para que o seu corpo tenha um acúmulo de nutrientes maior do que a sua capacidade de queimá-los. Ou seja, você deverá comer mais do que pensa que precisa, porém isso não significa aumentar a ingestão de fast foods, industrializados e processados. 

Uma dieta de ganho de massa deve ser equilibrada, contendo os macronutrientes: carboidratos, proteínas e lipídios. Para obter os resultados que deseja essa combinação deve estar presente em, praticamente, todas as refeições. E, sempre que possível dê preferência para alimentos naturais, e caso não tenha opções procure aqueles industrializadas que contenham o menor número de ingredientes. 

O consumo de suplementos também podem auxiliar neste caso, como whey protein. Entretanto, ele deve ser acompanhado de uma alimentação saudável e equilibrada. Caso isso não ocorra, e o corpo ter um déficit calórico, o organismo vai demorar mais para sintetizar as proteínas e, consequentemente, para construir o tecido muscular. 

No entanto, não se esqueça. Sem a prática regular de atividades físicas, toda estas calorias vão virar gordura localizada, geralmente na barriga. É preciso contrabalancear a alimentação reforçada com um treino de força, resistência e intensidade. Foque em exercícios com cargas pesadas, poucas repetições e intervalos curtos. 

3. Dieta para a manutenção do peso e do corpo

Neste caso, a diferença é que a dieta pode ser mais flexível e menos rígida em comparação às outras. No entanto, é preciso ter cuidado, pois isso não significa seguir a dieta durante a semana e “meter o pé na jaca” no final de semana. Da mesma forma que nos outros casos, é importante ter um equilíbrio.

Sendo assim, uma dieta focada na manutenção do peso deve estar adequada aos seus novos hábitos. Se você começou a praticar atividades físicas, precisa levar em contas suas necessidades energéticas, para que alcançar o ponto de equilíbrio. Caso você tenha o costume de correr apenas em alguns dias, ou não faz nenhum exercício físico, também precisa analisar as suas necessidades calóricas. Nesse sentido, uma consulta com um nutricionista é essencial. 

Além disso, tão importante quanto a quantidade de alimentos ingeridos ao longo dia é a sua variedade. Não apenas para não deixar o cardápio enjoativo, mas sobretudo para aumentar a oferta nutricional. Por isso, da mesma forma que em outras dietas, as suas refeições precisam conter: carboidratos, proteínas e lipídios.

O que avaliar para saber se é hora de mudar de dieta?

Mesmo com tantos tipos de dietas, chega um momento que o nosso corpo para de responder da mesma forma aos estímulos proporcionadas por elas. Isso porque, conforme os nossos objetivos vão sendo alcançados, as necessidades do nosso corpo vão mudando. Além disso, depois de um tempo pode ser difícil manter a mesma alimentação. 

Por isso, alguns sinais indicam que está na hora de mudar a dieta (e às vezes até o treino). Veja quais são. 

Irritação constante

Se você tem passado por mudanças de humor frequentes, cansaço e impaciência, pode ser que esteja na hora de mudar a sua dieta. O nosso corpo se acostuma com os alimentos que ingerimos e depois de um longo período, eles podem não terem o mesmo efeito, por exemplo na liberação de hormônios, como o da felicidade. Isso significa que é hora de mudar a alimentação. 

Dor de cabeça

Quando uma dieta já não cumpre mais com os seus objetivos, o corpo precisa avisar de alguma forma que é necessário uma nova mudança na alimentação. Um desses sinais pode ser a dor de cabeça frequente. Em alguns casos também pode acontecer vertigem, tremedeira, formigamento e fome excessiva.

Desejos muito extremos

É comum que a dieta corte alguns alimentos, a exemplos de açúcares, bebidas industrializadas, carboidratos etc. Com o tempo, é comum a pessoa se acostumar em não consumir essas comidas. Mas se você começa a sentir uma vontade muito grande de comer algo, é porque a sua dieta já não está mais adequada, por isso é hora de trocá-la.

No entanto, algo que é essencial seja na hora de definir quais tipos de dietas é mais adequada para o seu objetivo, ou de mudar a sua alimentação é procurar um acompanhamento de um nutricionista. Afinal, ele fará uma avaliação da sua condição nutricional e corporal e, assim, indicará quais são os alimentos que precisam estar presentes nas suas refeições para você alcançar os seus objetivos. Por isso é muito importante procurar a ajuda de um especialista.

E agora que você já sabe a importância da alimentação para alcançar bons resultados, conheça mais sobre a dieta mediterrânea e os seus benefícios